
Esta é a fronteira que dá acesso ao deserto, para o passeio no qual, tantas individualidades referidas no documento abaixo deixado, foram convidadas, pelo cómico em questão: O grande Mário Lino, actor ao serviço de uma companhia de teatro que tem posto de rastos o que restava da saudoa réstia de alegria do povo português, mas que mesmo assim, tão sacrificado, estupidamente, nas sondagens, de forma masoquista, continua a desejar encher de votos a famigerada companhia deste tão desgraçado teatro que é esta nossa terrinha.
De qualquer forma não faltam bons comediantes a fingir de diplomados e que »à custa da repetição das mentiras à sua volta acabam por se tornar em figuras reais.