quarta-feira, janeiro 31, 2007

O novo linguajar portugo-qualquer coisa ou coisa nenhuma


NÃO RESISTI A TRANSCREVER ESTE TEXTO TÃO CHEIO DE ACTUALIDADE


Que bem dilatada que está a nossa capacidade de resignação .

Evolução da Língua Portuguesa.
Desde que os americanos se lembraram de começar a chamar "afro-americanos" aos pretos, com vista a acabar com as raças por via gramatical - isto tem sido um fartote pegado! As criadas dos anos 70 passaram a"empregadas" e preparam-se agora para receber menção de "auxiliares de apoio doméstico".
De igual modo, extinguiram-se nas escolas os "contínuos"; passaram todos a "auxiliares da acção educativa".
Os vendedores de medicamentos, inchados de prosápia, tratam-se de "delegados de informação médica".
E pelo mesmo processo transmudaram-se OS caixeiros-viajantes em "técnicos de vendas".
Os drogados transformaram-se em "toxicodependentes" (como se os consumos de cerveja e de cocaína se equivalessem!); o aborto eufemizou-se em "interrupção voluntária da gravidez"; os gangues étnicos são "grupos de jovens"; os operários fizeram-se de repente "colaboradores"; e as fábricas, essas, vistas de dentro são "unidades produtivas" e vistas da estranja são "centros de decisão nacionais".
O analfabetismo desapareceu da crosta portuguesa, cedendo o passo à "iliteracia" galopante.
Desapareceram outrossim dos comboios as classes 1.ª e 2.ª, para não ferir a susceptibilidade social das massas hierarquizadas, mas por imperscrutáveis necessidades de tesouraria continuam a cobrar-se preços distintos nas classes "Conforto" e "Turística".
A Ágata, rainha do pimba, cantava chorosa: «Sou mães olteira...» ; agora, se quiser acompanhar os novos tempos, deve alterar a letra da pungente melodia: «Tenho uma família monoparental...» - eis o novo verso da cançoneta, se quiser fazer jus à modernidade impante.
Aquietadas pela televisão, já se não vêem por aí aos pinotes crianças irrequietas e «terroristas»; diz-se modernamente que têm um "comportamento disfuncional hiperactivo".
Do mesmo modo, e para felicidade dos "encarregados de educação", os brilhantes programas escolares extinguiram os alunos cábulas; tais estudantes serão, quando muito, "crianças de desenvolvimento instável". Ainda há cegos, infelizmente, como nota na sua crónica o Eurico. Mas como a palavra fosse considerada desagradável e até aviltante, quem não vê é considerado "invisual". (O termo é gramaticalmente impróprio, como impróprio seria chamar inauditivos aos surdos - mas o "politicamente correcto" marimba-se para as regras gramaticais...)
Para compor o ramalhete e se darem ares, as gentes cultas da praça desbocam-se em "implementações", "posturas pró-activas", "políticas fracturantes" e outros barbarismos da linguagem.
E assim linguajamos o Português, vagueando, perdidos, entre a «correcção política» e o novo-riquismo linguístico.

domingo, janeiro 14, 2007

Our fhathers Flags



"As bandeiras dos nossos Pais "é um filme admirável, no qual Clint Eastwood tem o desassombro e a coragem de desmistificar o mito do herói americano, pondo a nú, como a sociedade americana é profundamente racista e hipócrita, sacrificando sempre, nas guerras que produz ou em que se involve aqueles a quem dessa forma hipócrita, chama de os seus mais queridos filhos!!!: Negros, Indios( os que sobraram nas reservas racistas, Asiáticos, gentes de origens Sul Americanas, aos quais é vedade ser, ainda hoje servida uma simples bebida em lugares só reservados aos brancos mais puros. Talvez e ainda quero acreditar, que nem todos os americanos assim sejam, que haja ainda americanos decentes, porque de outra forma esse pais não passa de uma gigantesca mentira total.

Um filme a não perder e reter nos nossos corações a figura imparával do índio digníssimo que se negou a ser herói.

segunda-feira, janeiro 08, 2007













E adivinhem lá se este senhor de ar angélico e bonacheirão, é ou não verdadeiro, por detrás desta sua capa de simpatia
Vem isto a propósito, e na minha modest e democrática opinião, a contestação por mais uma das suas inaceitáveis medidas, "só para melhorar as condições de saúde dos já de si miseráveis pobres deste desgraçado País, que segundo ele são a sua maior preocupação"!!!!.
Com preocupados destes não precisamos de inimigos preocupados!
Imaginem só, que, o Estado,para além de terminar com a comparticipação em tantos e imprescindíveis medicamentos necessários a tantos milhares e milhares de velhos e de reformados declaradamente pobres ou pobremente envergonhados, criando-lhes problemas de mais privações e até de fome encapotada,vem agora tomar mais uma das suas medidas"tudo em prol da recuperação desenfredamente economicista de uma economia à beira do desastre total( ao contrário do que por aí o nosso primeiro ministro propala e que dede que foi eleito não cumpriu); tomar , digo, discordando totalmente, mais uma das suas já não credivéis medidas, da sua tão iluminada genialidade.
É sabido, que o cancro da próstata é uma gravíssima doença que atinge e mata milhares de homens por dia /ano e que para o seu diagnóstico e seguimento prognóstico parece ser fundamental: o controle através de uma simples análise de sangue : o PSA.
Espanto dos espantos o meu, hoje, quando me dirigi a um laboratório de análises clínicas para fazer esse simples teste sanguíneo e me foi dito" preto no branco" que os beneficiários da ADSE não poderiam beneficiar da comparticipaçâo estatal da determinação do dito PSA livre, no sangue, porque as autoridades responsáveis pela saúde pública, assim o tinham determinado, como se fosse regram todos os beneficiários da ADSE terem posses para pagar a quantia exigida por tal análise.
Claro que no meio de tantos beneficiários , milhares haverá, que não têm dinheiro para esses luxos; que não conseguirão suportar mais essa despesa que ronda os 25 euros. Será que també ieremos pagar a determinação do PSA total e a relação com o Psa livre, dados te tão grande importância diagnótico-prognósticas?
E outras análises que podem significar salvar vidas a tempo? também passaram anão ser comparticipadas?
Inacreditável pois mais esta medida, que veementemente repudio. Se nunca fui homem de desejar mal a ninguém, só quero expressar neste momento a minha indignação por tal inédito facto e desejar que os menbros dessa poderosa autoridade nunca tenham de se ver confrontada com um hipertrofia prostática benigna, ou mesmo uma outra situação ainda mais gravosa, nas condições em que tantos milhares de pobres utentes do Serviço nacional de Saúde ou de outros sub-sistemas de saúde situações que lhe provoquem, no mínimo, pelo menos uma anúria dolorosa por retenção vesical, na melhor das hipoteses, repito e, por outro lado, nenhum deles venha a sofrer de cancro do dito orgão, para se não verem confrontados , na práctica, com a verdadeira dimensão das consequências de tal medida, por demora disgnóstica, em meu modesto entender, volto a repetir, e fruto de uma medida descabida, sem qualquer admissibilidade justificativa.
Lembro-me bem dele nos seus tempos de rapazola, quando nos juntavamos na mesma pastelaria, onde pelo seu ar angélico omapodávamos carinhosamente de " o LOIRINHO" e de quem todos, na generalidade gostávamos. Mas não sabiamos que por debaixo da sua pele alabastrina rosacea se esconderia o negrume frio de um um outro ser, do político revelado duro e inflexível, bem mais duro do que o brilhante loirinho estudante, hoje bem mais incapaz de dar ouvidos à razoabilidade.
Vem-me a propósito, à lembrança, a estória daquele garotinho a quem se não podia tocar no mais simples dos seus briquedos, ou pedir-lhe que ouvisse os propósitos das brincadeiras pelas outras crinças propostas, ficando-se sempre na sua: no do eu posso, eu é que sei, é que mando, poderes que, pensava ele, lhe teriam sido conferidos por um qualquer Deus Maior do que o Deus dos outros. Não me lembro já sim ou não à missa,( eu não, nunca fui), mas se o não fazia,mal não lhe faria ir até lá penetenciar-se dos seus pecados, digo eu, que até sou agóstico: confessar-se dos pecados do orgulho desmedido,da impertinência, da teimosia irredutível
Poderá ter acontecido a culpa de assim ser, até nem ser totalmente sua!, mas das más companhias, mas nesse caso, ("o que, ainda na minha modestíssima opinião, porque não as teria ele enxotado a tempo?), é pouco provável, porque ele parece ser, ainda hoje o dono da verdade universal. Afinal, gostaria de saber a quem o dito senhor ainda hoje agrada?
Talvez A uma criança nascida em ambulância VELOZ A CAMINHO DA MATERNIDADE MAIS PRÓXIMA DA MAIS RECENTEMENTE EXTINTA PERTO DE SUA CASA!!!.
De novo, cá vai a minha opinião: De amigos que pensei termos sido, só me resta a desilusão,a discordância total. Ele, a mim não me agrada mesmo nada e como estamos em democracia, se eu mandasse, demiti-lo-ia de imediato, em prol ainda da sua salvação e da tão precária saúde dos portugueses.
Falando mais a sério: há muitas outras coisas bem mais superfúlas do que uma simples determinação dos valores do PSA, que deveriam perder comparticipação, ( é só andar aí pelas clínicas privadas e prestar atenção, e agora até o aborto---),por que essa compartcipação é, afinal, paga por todos nós, que, na verdade é quem somos :oESTADO. Nós é que somos o0 ESTADO. Pense nisso Vª Exª.

domingo, dezembro 31, 2006

a Escuridão da noite em Lisboa; e viva o municipio ou seja lá quem for!!!



Ontem, de regresso a casa, tentei dar uma volta por esta nossa Lisboa, para mostrar à minha tão querida e jovem neta de tenros quatro anos, as tão apregoadas iluminações natalícias.

De facto, vi por aí espalhadas as mais diversas figuras iluminadas, pendendo: anjinhos, borboletas, pais natais, estrelas de cauda fulgurante, etc...,etc..., atravessando a toda a largura, ruas e ruelas cinzentas de tristeza, miseráveis, ruas e ruelas ainda mais ou menos comercias da nossa terra ( as que ainda resistem aos gigantesco espaços comerciais de consumo desbragado), em decrepitude manifesta, mas que mesmo assim, tinha por uma cidade tão bela, de luminosidade imcomparável, ainda que pequena e provinciana, em relação a outras capitais europeias.

Mas surpresa das surpresas:

inacreditável, a iluminação pública de Lisboa deixou-me na boca o drama amargo da tristeza, da depressão, do atraso, de um cinzentismo quase determinante...(salazarento, abrilento, ou lá o que se quiser...), das luzes amarelas e mortiças do post-guerra de que ainda tenho uma lembrança viva...

É que, circular à noite por esta dita capital do antigo Império, é um verdadeiro pesadelo, tal é a escuridão que a ilumina: ...desde Alcantara ao Bairro Alto ( este trés tipique miserável)..., ruelas de casinhas e casinhotos quase rurais em agonia lenta, tascas e botecos insalubres, sítios sem universalidade, mas trés tipiques, um candeeiro aqui, outro muito mais além, alguns mesmo apagados, como se a morte os tivesse definitivamente banido por incurável moléstia,..paredes pejadas de nojentos gatafunhos a que pomposamente se usa chamar de grafites, gentes vultos tristes, sombrios e desgraçados em movimentos de silêncios tenebrosos, filas intermináveis de automóveis poluentes, alguns à espera de serem pagos a dolorosas prestações, um desastre, um cemitério em agonia , uma tristeza infinda, um cinzento plúmbleo de borrasca sem bonança à vista...

E os poderes corruptos e desintererssados, que nem no silêncio dos seus quartos têm a consciência da sua insignificância, da sua pequenêz, do seu servilismo aos interesse internacionais, a encherem as bocas largas e fartas de jogos dúbios de boys e amigalhaços, com ditos pacóvios. tais como: temos a maior árvore de Natal de toda a Europa e, ao mesmo tempo, lá estão ruas e ruelas , as nauseabundas tascas, de ambientes lúgubres e sórdidos, exalando a melancolia antiga da luminância igual à dos velhos candeeiros a gás de séculos atrás, ao som dissipado de um fado de secular miserabilismo!

Pobre Lisboa esta nossa, tão maltratada assim!

País de incapazes, porque, os que o não são, têm o bom senso de desandarem a tempo, para bem longe, à procura de outros horizontes.

Se calhar até nem merecemos outra Lisboa que não esta!!!

Lisboa à noite, não a das discotecas povoadas dos ditos agora tão na moda FAMOSOS, uns sub-urbanos de vão de escadas! Lisboa à noite, a imagem de desolação, de abandono total, o fim, o verdadeiro fim, nas ruas, becos e ruelas, ilusões tacanhas!...o verdeiro cinzentão das nossas almas lusas...

Como tacanho é este nosso País de malvados politiqueiros de pacotilha, onde qualquer povoado miserável é apelidado de cidade, assim sem mais nem menos-...( Canas de Sehorim a cidade!!! e outras imbecilidades dignas do Nacional piroso-parolismo)..., sendo que, nessa Europa onde ainda nos deixam viver, são essas grandiosas ditas nossas cidades, insignificantes aldeolas desoladas onde ninguém quer viver, País este nosso, de gente inconsciente, que esbanja o que tem e não tem, nem pode pagar, só para se acometer da hipocrisia mais abjecta dos seus dizeres: queridíssímos amigos: Feliz Natal e Bom Ano novo, enquanto por esse mundo fora, milhões de crianças, de velhos e de mulheres, morrem de fome e às mãos ignominiosas de máfias e lobies de criminosos, fabricantes de guerras e de interesses sem qualificação DICIONARIZÁVEL.O mundo enlouqueceu definitivamente, e, este nosso, embora tão minúsculo e desprezível, afinal, mesmo na sua insignificância, parece comandar o pelotão da frente.

Ao menos nisso somos campeões: Na chico-espertice portuga e crassa estupidez congénita nacional.

Afinal! UM Fado, afinal: O NOSSO TRISTE FADO DE UM VELÓRIO ANUNCIADO.

E não pensem que não sou patriota: Sou sim mas de uma forma lúcida e sem medos.

quinta-feira, dezembro 21, 2006

O Ministro autoritário e a trampa do serviço informatizado do MF












Será que é este senhor o responsável pelos desmandos das nossa finanças, quando cobrem coimas a honrados cumpridores dos seus deveres fiscais e cujo desencadeamento desse abusivos processos são rigorosamente da responsabilidade do péssimo desenpenho dos serviços informatizados desse Ministério?,... de que, entre outras surrealista situações, é exemplo o pedido de esclarecimmento da data do óbito de um determinado cidadão, ocorrido em 2002, sendo que o referido pressupostamente falecido, continua felizmente vivo e bem vivo,...etc e tantas outras situaçõea.
Se não o é, e sendo, como pressuponho, conhecedor de muitos destes factos, não lhe restaria outra atitude senão desculpar-se publicamente no sentido de salvaguardar o bom nome de tantos e tantos cumpridores rigorosos das suas obrigações que se vêm misturados no mesmo saco de caloteiros e espertalhões que sempre encontram uma saída, à boa portuguesa ,para se furtarem ao cumprimewnto dessas obrigações.
Levar as coisas aos tribunais só para se ver fazer justiça é acto inútil, porque neste País nada se cumpre e quem paga sempre, são os que nunca fogem ao que, para todos, deveria se uma obrigação de cidadania.
No fundo, os abutre da corrupção continuam e não haja dúvidas, sempre assim continuarão.
Incólumes na teia dos interesses mais obscuros de seitas e quejandos...
Mas não pense, o não ou Sr Eng???Sócrates e o Dito ministro, de lábios carnudos, que pela minha parte as coisas não ficaram imóveis, pois tenho intenção de lhes fazer chegar às suas delicadas e rechonchudas mãozinhas de um,e ao dedo sempre esticado em riste e gesticulantemente autoritário do outro, a carta em que expressarei toda a minha indignação pela confrontação de tais iniquidades.
Para os que por aqui passarem desejo um Feliz Natal e um Ano Novo, em que renasça a esperança de um País mais justo, mais social , mais verdadeiro do que este País de mentira em que vivemos, a fazer lembrar uma escuridão, uma demagogia e autoritarismo a raiar o mais requintado salazarismófilismo.

segunda-feira, dezembro 18, 2006

Natal 2006




















Embora não haja motivos para festejos, mesmo assim desejo um feliz Natal a quem por aqui passar.

terça-feira, dezembro 12, 2006

Mais burros do que pedras e vulgares. Pobre língua portuguesa















Esta não resisto a deixar por aqui para se poder constactar até onde este País chegou. Parece que , de facto, O FIM ESTÁ PRÓXIMO. Depois dos atropelos à língua mater o que se seguirá?
Cumprimento o autor deste texto, pela agudeza da sua perspicaz observação desta bizarra fenomenologia que grassa por aí como a peste bubónica e desculpo-me pelo abuso de tornar público o seu admirável conteúdo, na certeza de que, ele, me perdoará.


Novo Dicionário de Língua Portuguesa, dividido por partes

Parte humm

Alevantar - O acto de levantar com convicção com o ar de " a mim ninguém me come por parvo! Alevantei-me e fui-me embora!"
Aspergic - Medicamento português que mistura Aspegic com Aspirina.
Assentar - O acto de sentar, só que com muita força, como fossemos praticamente um tijolo no cimento.
Capom - Porta de motor de carros que quando se fecha faz POM!
Destrocar - Trocar varias vezes a mesma nota até ficarmos com a mesma.
Deus - Treinador de todos os jogadores de futebol brasileiro que nunca se esquecem de lhe agradecer nos finais dos jogos.
Disvorciada - Mulher que se diz por aí que se vai se divorciar.
É assim - Talvez a maior evolução da língua portuguesa. Termo que não quer dizer nada e não serve para nada. Deve ser colocado no inicio de qualquer frase. Muito utilizado nos concorrentes do Big Brother.
Entropeçar - Tropeçar duas vezes seguidas.Eros- Moeda alternativa ao Euro adoptada por alguns portugueses.
Exensar - Termos que para ser bem utilizado tem que ser dito rápido para que algumas pessoas percebem que se quer dizer "deves pensar". Falastes, Dissestes e afins - Articulação na 4ª pessoa do singular. Ex: EU falei, TU falaste. ELE falou , TU FALASTES.
Fracturação - O resultado da soma do consumo de clientes em qualquer casa comercial. Casa que não fractura ... Não predura.
Inimigos - O que vou ganhar depois de alguns lerem este Dicionário...
- A forma mais pratica de articular a palavra MEU e dá um ar afro á língua portuguesa , como Bué ou Maning (muito em Moçambique). Ex: Mô Tio.
Nha - assim como Mõ, é a forma mais pratica de articular a palavra Minha. Para quê perder tempo não é? Fica sempre bem dizer Mô Tio e Nha Mãe por exemplo, e poupa-se imenso tempo. Numaro- Já está na Assembleia da Republica uma proposta de lei para deixar-mos de utilizar a palavra NÚMERO que está em claro desuso. Por mim acho um bom numaro!
Parteleira - Local ideal para guardar os livros de português do tempo da escola.
Perssunal - O contrário de amador. Muito utilizado por jogadores de futebol. Ex:" Sou perssunal de futebol". Dica: Deve ser articulada de uma forma rápida.
Pitaxio - Aperitivo da classe do Mendoim.
Prontus - Usar o mais possível. É só dar vontade e podemos sempre soltar um Prontus! Fica sempre bem nos lugares mais bem frequentados da sociedade.
Prutugal - País ao lado da Espanha. Não é a Francia.
Rondana - Uma roldana que ronda à volta de si mesma.
Shampum - Liquido para lavar o cabelo que quando cai na banheira faz PUM.
Stander de vendas - Local de venda. A forma mais famosa é sem duvida o Stander de Automóveis.
Tçou, Tçi e afins - Inicialmente usado por músicos da zona da Baía de Cascais, rapidamente se estendeu a outros tipos de utilizadores. Atender o telefone e dizer "Tçou" é uma experiência aconselhável a qualquer cantor com ligações familiares à cantora Ágata.
Tipo - Juntamente com o "É assim", faz parte das grandes evoluções da língua portuguesa. Também sem querer dizer nada e não servir para nada, pode ser usado quando se quiser, porque nunca está errado nem certo. É assim ... Tipo tas a ver?
Vosso mail - Se alguém não atende o telemóvel obviamente que vai para o vosso mail.
Esta era escusada ...Alguns exemplos práticos... O telefone tocou e ela atendeu com um charmoso "Tçou?".
Do lado de lá responde alguém que pela voz deveria ser um prussional da sedução... Disse: "Olá querida! como dissestes para eu telefonar...".
Ele ligou uns dias depois por estar muito entusiasmado com a compra de um carro que tinha visto num stander perto de casa.
Lembra-me mesmo o mô tio que depois de se disvorciar ficou louco. tipo... maluco. Coitada da nha tia... Ele continuou: "Ontem liguei-te mas foi para o vosso mail. Até achei que me tinha enganado no numaro". "É assim!" Respondeu ela. "Ontem tive de cama porque tive um precalço aqui em casa.
Entropeçei quando tentava tirar um livro duma parteleira .
Não me consegui alevantar logo, e fiquei assentada no chão até conseguir recuperar.
Ontem não foi o meu dia de sorte... Fui à rua destrocar uma nota de 100 Eros e esqueci-me da nota na pastelaria. Prontus! Agora e xensar que sou muito distraída não é?" Ele educadamente disse:" É assim ... Eu também sou distraído. ontem entalei o meu dedo no capom do meu carro e ainda hoje escoveu os dentes com Shampum em vez de pasta de dentes! Ha!Ha!Ha!" Ela respondeu: "Ha!Ha!Ha!" Ele arriscou então o convite... "Vamos jantar hoje?". Ela hesitou na resposta mas disse:" Sabes que apesar de ser disvorciada ainda não esqueci o meu marido... Tipo... Tás a ver? Mas aceito o teu convite sim. Vamos jantar. Já escolheste o sítio?" " escolhi sim. Vou levar-te ao Mô restaurante favorito". "Ha!Ha!Ha!" Riu ela. E ele respondeu: "Ha!Ha!Ha!".
Este, é um dicionário de Ficção. Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência, ou não?!!!.Ah! Ía me esquecendo... No outro dia disse golo em vez de gole... Viva o futebol!!
Ps: Obrigado a todos os que me inspiraram para escrever esta obra de importãncia única para a cultura portuguesa.

quarta-feira, novembro 08, 2006

Desmascarar o desgoverno pseudo-socialista




Voto electrónico na AR

No 'Diário de Notícias' de 20 de Outubro de 2006 vinha na página 4,uma notícia pequenina, mas muito interessante e que ilustra bem as poupanças e as prioridades deste Governo.
Reza a notícia que a Assembleia da República aprovou no dia anterior, em plenário, o seu próprio Orçamento para 2007 e do qual fazia parte uma verba total para obras de "remodelação das bancadas e sistema de ar condicionado", obras essas que importariam em mais de 3 milhões de euros (cerca de600 000 contos na moeda antiga)...
Se aqui começamos a ficar no mínimo impacientes, o pior estaria, no entanto, ainda para vir:
Para adaptação do sistema de votação electrónica dos deputados (sistema esse que já existe, embora tenha funcionado mal numa das últimas votações), o Estado preparava-se para gastar, pasme-se: um milhão e cem mil euros!!!
Ou seja 220 000 contos!!!
Por um sistema em que o deputado carrega num botão e aparece o seu voto contabilizado num quadro electrónico!!!
Se a sua indignação e estupefacção é tão grande como a minha, faça circular este escândalo,
Denuncie este roubo feito a todos os Portugueses contribuintes, só expoliados do seu pouco, enquanto os vampiros do poder enchem os bolsos!
E depois, ainda temos de suportar a arrogância do engenheiro técnico Sócrates e as aldrabices do senhor dos lábios carnudos, a estupidez supina desse parolo beirão da Saúde,etc,... e calar a boca como bons patriotas cobardolas que todos nós , afinal, somos.
Vale a mentira e só ela!
Será que isto é a confirmação do que o Grande Eça de Queiroz, há tantos anos glosou e previu?
E os pobres números que somos todos nós a aguentar.
É forçoso aceitar a inevitabilidade do que na verdade somos : delatores envergonhados, incapazes de nos mobilizarmos solidariamente para a causa comun dos que menos têm?, e punir a desvergonha, o roubo descaradope impunidade?
Razão tem Alberto Pimenta, quando julga este País já sem direito a existir.

quarta-feira, outubro 25, 2006














Pelo menos, estes não são corruptos!
Quem dera que os políticos fossem assim: puros, bem intencionados, como são estes queridos animais nordestinos.

Será que nem os chimpanzés escapam?












Será que este dócil animal estrá preocupado com os provável aumento dos preços do que come?
Será que nem os animais já são imunes à sanha de Teixeira dos Santos, do pinóquio Socrates e da sua restante camarilha de imbecis e imcompetentes?
Porque não aceita o nosso Pinóquio os conselhos de Medina Carreira?
Claro, não aceita , porque é como os putos ; não dá o braço a torcer e abriga-se na sua arrogância intolerante.
Dues acuda a este desgraçado País!!!













Certamente que este simpático e inteligente chimpazé estará a pensar se Socrates e os seus rapazes lhe iram também agravar os impostos.


Não resisto a divulgar:

REPASSANDO
As mentiras de Teixeira dos Santos

O ministro Teixeira dos Santos veio anunciar recentemente a subida dos descontos da ADSE dos actuais 1% para 1,5%, justificando esta alteração como "uma medida da mais elementar justiça social" (sic).
Mas o que Teixeira dos Santos não diz é que os funcionários da administração pública já descontam, para além dos referidos 1%, mais 10% para a Caixa Geral de Aposentações, perfazendo assim um total de 11%. Ou seja, a mesma percentagem que os restantes trabalhadores por conta de outrém.
Outro facto que Teixeira dos Santos omite é que existe a obrigação da respectiva entidade patronal descontar também uma determinada percentagem por cada trabalhador ao seu serviço. Ou seja as contribuições que constituem as receitas que dão acesso a determinadas prestações sociais (Saúde, Desemprego e Pensões)nsão constituídas por contribuições pagas pelo trabalhador e pela respectiva entidade patronal. O que significa que com este princípio de igualdade entre o público e o privado, de que o governo tanto fala, o Estado ficaria também obrigado à transferência>anual de uma verba para a ADSE, como entidade patronal sobre cada trabalhador ao seu serviço.
E é isto que não tem acontecido. Portanto a argumentação de Teixeira dos Santos é falaciosa e de facto o que se pretende é transferir os encargos que deveriam ser suportados pela>respectiva entidade patronal para os próprios trabalhadores. A "preocupação" manifestada por Teixeira dos Santos é também uma declaração da mais refinada hipocrisia política. Com efeito, onde existe realmente uma profunda injustiça social neste assunto é nos montantes a que são obrigados os trabalhadores por>conta de outrém mas que têm falsos contratos de "recibos verdes", que suportam além do desconto que lhes cabe também os descontos que caberiam à sua entidade patronal. Na realidade isto é apenas mais um estratagema que o governo utiliza para a redução dos salários reais da Administração Pública, mas sem ter a coragem>política>de o assumir frontalmente. Aliás se Teixeira dos Santos fosse coerente prescindiria do Subsídio de Habitação que cobra ao Estado, uma vez que a generalidade dos funcionários deslocados do seu local de residência (Professores, Polícias, etc) não tem direito a ele.

Divulgação obrigatória nos termos do DL 01/501 do Sec. V(a/c) (Decreto de Péricles).
Se concorda com o teor desta carta, divulgue-a. Faça a sua parte!!!

CARTA ABERTA AO ENGENHEIRO
JOSÉ SÓCRATES
Esta é a terceira carta que lhe dirijo. As duas primeiras motivadas por um convite que formulou mas não honrou, ficaram descortesmente sem resposta. A forma escolhida para a presente é obviamente retórica e assenta NUM DIREITO QUE O SENHOR AINDA NÃO ELIMINOU: o de manifestar publicamente indignação perante a mentira e as opções injustas e erradas da governação.
Por acção e omissão, o Senhor deu uma boa achega à ideia, que ultimamente ganhou forma na sociedade portuguesa, segundo a qual os funcionários públicos seriam os responsáveis primeiros pelo descalabro das contas do Estado e pelos malefícios da nossa economia. Sendo a administração pública a própria imagem do Estado junto do cidadão comum, é quase masoquista o seu comportamento.
Desminta, se puder, o que passo a afirmar:
1.º Do Statics in Focus n.º 41/2004, produzido pelo departamento oficial de estatísticas da União Europeia, retira-se que a despesa portuguesa com os salários e benefícios sociais dos funcionários públicos é inferior à mesma despesa média dos restantes países da Zona Euro.
2.º Outra publicação da Comissão Europeia, L´Emploi en Europe 2003, permite comparar a percentagem dos empregados do Estado em relação à totalidade dos empregados de cada país da Europa dos 12. E o que vemos? Que em média nessa Europa 25,6 por cento dos empregados são empregados do Estado, enquanto em Portugal essa percentagem é de apenas 18 por cento. Ou seja, a mais baixa dos 12 países, com excepção da Espanha.
As ricas Dinamarca e Suécia têm quase o dobro, respectivamente 32 e 32,6 por cento. Se fosse directa a relação entre o peso da administração pública e o défice, como estaria o défice destes dois países?
3º. Um dos slogans mais usados é do peso das despesas da saúde. A insuspeita OCDE diz que na Europa dos 15 o gasto médio por habitante é de 1458. Em Portugal esse gasto é . 758. Todos os restantes países, com excepção da Grécia, gastam mais que nós. A França 2730, a Austria 2139, a Irlanda 1688, a Finlândia 1539, a Dinamarca 1799, etc.
Com o anterior não pretendo dizer que a administração pública é um poço de virtudes. Não é. Presta serviços que não justificam o dinheiro que consome. Particularmente na saúde, na educação e na justiça. É um santuário de burocracia, de ineficiência e de ineficácia. Mas infelizmente os mesmos paradigmas são transferíveis para o sector privado. Donde a questão não reside no maniqueísmo em que o Senhor e o seu ministro das Finanças caíram, lançando um perigoso anátema sobre o funcionalismo público. A questão reside em corrigir o que está mal, seja público, seja privado. A questão reside em fazer escolhas acertadas. O Senhor optou pelas piores . De entre muitas razões que o espaço não permite, deixe-me que lhe aponte duas:
1.º Sobre o sistema de reformas dos funcionários públicos têm-se dito barbaridades . Como é sabido, a taxa social sobre os salários cifra-se em 34,75 por cento (11 por cento pagos pelo trabalhador, 23,75 por cento pagos pelo patrão ).
OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS PAGAM OS SEUS 11 POR CENTO! .
Mas O SEU PATRÃO ESTADO NÃO ENTREGA MENSALMENTE À CAIXA GERAL DE APOSENTAÇÕES, COMO LHE COMPETIA E EXIGE AOS DEMAIS EMPREGADORES, os seus 23,75 por cento. E é assim que as "transferências" orçamentais assumem perante a opinião pública não esclarecida o odioso de serem formas de sugar os dinheiros públicos.
Por outro lado, todos os funcionários públicos que entraram ao serviço em Setembro de 1993 já verão a sua reforma ser calculada segundo os critérios aplicados aos restantes portugueses. Estamos a falar de quase metade dos activos. E o sistema estabilizará nessa base em pouco mais de uma década.
Mas o seu pior erro, Senhor Engenheiro, foi ter escolhido para artífice das iniquidades que subjazem á sua política o ministro Campos e Cunha, que não teve pruridos políticos, morais ou éticos por acumular aos seus 7.000 Euros de salário, os 8.000 de uma reforma conseguida aos 49 anos de idade e com 6 anos de serviço. E com a agravante de a obscena decisão legal que a suporta ter origem numa proposta de um colégio de que o próprio fazia parte.
2.º Quando escolheu aumentar os impostos, viu o défice e ignorou a economia. Foi ao arrepio do que se passa na Europa. A Finlândia dos seus encantos, baixou-os em 4 pontos percentuais, a Suécia em 3,3 e a Alemanha em 3,2.
3º Por outro lado, fala em austeridade de cátedra, e é apologista juntamente com o presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, da implosão de uma torre ( Prédio Coutinho ) onde vivem mais de 300 pessoas. Quanto vão custar essas indemnizações, mais a indemnização milionária que pede o arquitecto que a construiu, além do derrube em si?
4º Por que não defende V. Exa a mesma implosão de uma outra torre, na Covilhã ( ver ' Correio da Manhã ' de 17/10/2005 ) , em tempos defendida pela Câmara, e que agora já não vai abaixo? Será porque o autor do projecto é o Arquitecto Fernando Pinto de Sousa, por acaso pai do Senhor Engenheiro, Primeiro Ministro deste país?
Por que não optou por cobrar os 3,2 mil milhões de Euros que as empresas privadas devem à Segurança Social ?
Por que não pôs em prática um plano para fazer a execução das dívidas fiscais pendentes nos tribunais Tributários e que somam 20 mil milhões de Euros ?
Por que não actuou do lado dos benefícios fiscais que em 2004 significaram 1.000 milhões de Euros ?
Por que não modificou o quadro legal que permite aos bancos , que duplicaram lucros em época recessiva, pagar apenas 13 por cento de impostos ?
Por que não renovou a famigerada Reserva Fiscal de Investimento que permitiu à PT não pagar impostos pelos prejuízos que teve no Brasil, o que, por junto, representará cerca de 6.500 milhões de Euros de receita perdida ?
A Verdade e a Coragem foram atributos que Vossa Excelência invocou para se diferenciar dos seus opositores.
QUANDO SUBIU OS IMPOSTOS, QUE PERANTE MILHÕES DE PORTUGUESES GARANTIU QUE NÃO SUBIRIA ,
FICÁMOS TODOS ESCLARECIDOS SOBRE A SUA VERDADE.
QUANDO ELEGEU OS DESEMPREGADOS , OS REFORMADOS E OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS COMO PRINCIPAIS INSTRUMENTOS DE COMBATE AO DÉFICE,
PERCEBEMOS DE QUE TEOR É A SUA CORAGEM.
Santana Castilho (Professor Ensino Superior)

sexta-feira, outubro 06, 2006



Mais uma vez Almodovar nos presenteia com outra obra de uma cinematografia de qualidade.
A fotografia, som, guião, música, dêcor, associados à raça das suas imparáveis intérpretes, fazem deste recente filme mais um enorme prazer para os sentidos.
Admirável o retrato de uma Espanha vulgar e ao mesmo tempo profunda, vista por um cineasta/artista de mão cheia e de invulgar genelialidade.
Vale a pena ver e rever.

sexta-feira, setembro 29, 2006

Recordando o Holocausto



Hoje, já noite fora, aminha insónia levou-me a voltar a ver ( já lhe perdi a conta ) a fantástica lista de Schindler, obra magnífica de Steven Spliberg e, não capaz de suster a minha desmedida e inenarrável revolta e emoção ao rever o inimaginável e hediondo crime nazi, perpetrado contra seres humanos não resiti a desse facto aqui deixar o meu testemunho.
Não seria mau, que de quando em vez, pudessemos recordar esses tempos de horror, para que a nossa memória se não vá tornando cada vez mais levianamenete diluida na indifernça pelo sofrimento alheio, e se façam sobre muitos conflitos até muito actuais , julgamentos igualmente levianos, aalimentados por erróneas e pouco pensadas atitudes e opiniões.

terça-feira, setembro 26, 2006

o grito das verdades mudas

Isto hoje é só notícia.
No próximo dia 30, às 16 horas, no museu da cidade, ao Campo Grande, lançamento da controversa obra de coragem de um jovem de 29 anos, cuja dita coragem me obriga a aqui deixar este convite.
Trata-se talvez de uma reflexão á guisa de ensaio? ou será talvez melhor, de um grito de revolta. Vale a pena estar presente e ler " O Grito das verdades mudas", que, no que tem de controverso para alguns, de possível desrespeito pela regência verbal, pelas subordinações, pela estruturação das coordenações linguisticas, pela articulação das cadeias temporo-aspectuais bem ou pior formadas,satisfazendo os mais exigentes algoritmos lógico-semanticos e sintácticos, não deixa contudo de ser um grito de alerta, revolta e coragem desmedida frente a este mundo de desvario em que vivemos.
Venham ver e depois ler a obra de um jovem cozinheiro, que evergonharia tanto intelectual enfactuado deste País.

segunda-feira, setembro 18, 2006

as benditas férias e a reflexao antimilitarista dos politicos de meia tigela

Cá estou de volta, mas sem grande entusiasmo e mais cansado do que quando parti.
As férias, em lugar de nos trazerem descanso, são do meu ponto de vista, motivo para mais cansaço, sobretudo se se alinha na imbecilidade de ir até ao Algarve, nos fins de Agôsto, época em que por aí pulula a alarvice mais desumana, aos magotes, vindos de todo o lado.
Depois, é o ritual de transportar as cadeiras, o chapéu de sol, a areia dividida em quadrdinhos para cada um de nós, as intermináveis esperas em restaurantes de má qualidade e supermercados caríssimos, mas sobretudo a presença desagradabilíssima de hordas de mastins obesos consumidores de kilolitros de cerveja, provenientes da ilha de sua magestade a Raínha do UK, corpos nojentos , peles destruidas por inenarráveis tatuagens e, se isso já não bastasse, o desfile também dos portugas agora e sempre com o devido atrazo àquilo que de mau vem de fora, também tatuados nos sítios mais incríveis e originais, todavia preferentemente junto às nádegas, ombros, pernas e mesmo nos calcanhares, salvo os profissionais do futebol que preferem a região interna dos antebraços, com dizeres absolutamente inacreditáveis, tais como: Sónia, querida, este golo é-te dedicado. Teu Miguelito,...Anderson,...Tony ,..Nany etc...., não esquecendo a famosa megera injectada de botox, que resolveu livrar-se cirurgicamente da tatuagem por ter mudado de macho.
MAS DEIXANDO ESTAS LAMÚRIAS, NÃO RESISTO A DEIXAR AQUI ESTE DOCUMENTO, AINDA HOJE TÃO VÁLIDO COMO NO DIA EM QUE FOI PUBLICADO NUM JORNAL DIÁRIO POR VASCO PULIDO VALENTE, A QUEM PEÇO DESCULPA PELO ABUSO DE O TRANSCREVER.
E AINDA DIZEM QUE O HOMEM É VIPERINO!

DEVO AQUI REAFIRMAR QUE SOU ANTI MILITARISTA PRIMÁRIO, CONTUDO....


Vasco Pulido Valente
in Diário de Notícias, 03 de Julho de.... 1999

«Agora ninguém se lembra, mas tudo começou logo nos primeiros meses.
O Governo socialista arranjou um sem-fim de sarilhos na escolha das chefias da Marinha e do Exército; aboliu os tribunais militares; removeu dezenas e dezenas de militares de cargos que tradicionalmente ocupavam apenas por o serem; ignorou vários levantamentos de rancho na Força Aérea; permitiu que um general no activo se pronunciasse em público sobre política; e o sr. ministro da Defesa António Vitorino revelou alegremente ao País que estava a preparar uma aliança dos oficiais novos contra os velhos. A verdade é que os socialistas portugueses não vêem qualquer utilidade nas Forças Armadas. Não percebem de facto porque hão-de pagar fragatas, submarinos e tanques (ou majores e coronéis), quando com o mesmo dinheiro podiam, por exemplo, comprar um milhão de votos. De Mário Soares - que nunca conseguiu distinguir um alferes de um almirante - a Sampaio e Guterres, todos têm um ódio visceral à tropa. ( FEZ-LHE FALTA TEREM DADO COM OS OSSOS NA GUERRA COLONIAL, COMO TANTOS MILHARES DE JÓVENS, NÃO TAO ILUSTRES, CLARO, DE ENTRE OS QUAIS ME INCLUO, e depois veriaM e comeriam do que é bom,esse iconoclastas da politiquice!!!
Um ódio histórico, que nasceu na "esquerda" jacobina e foi fortalecido por 50 anos de Salazar.
Na cabeça do típico PS, a tropa só serviu para fazer o "25 de Abril" e só serve hoje para fingir que Portugal cumpre as suas "obrigações" na NATO e na "Europa".
De resto, incomoda - com a sua ética e as suas "manias".
O PS e o Governo, no fundo, gostavam que a tropa não existisse e, como é difícil acabar com ela de repente, vão acabando com ela pouco a pouco. Que os oficiais e os sargentos - num puro acto de insubordinação - andem por aí em manifestações de rua não os preocupa - e não lhes mete medo.
O tempo dos "golpes" já passou.
E nem Bruxelas deixava, por amor de Deus.
Eles, portanto, que aguentem.
O dinossauro também se extinguiu, não extinguiu?»
Mas está bem, temos o quew merecemos: revistas e mais revistas pirosas cheias de personalidades famosas saídas a maioria das vezes de estratos socias do pé rapados, que só são famosos até Badajoz, ou à fmronteira do nordeste e que infelizmente são o apoio cultural das férias dessas ordas de bárbaros

quinta-feira, agosto 10, 2006

O infeliz mundo da asneira

Porque a Silly Season está aí em todo o seu esplendor... aqui vão algumas calinadas giras....só um aparte... que raio de escolas frequentam os jornalistas??
FUMAR MATA. QUANDO SE MORRE, PERDE-SE UMA PARTE MUITO IMPORTANTE DA VIDA.Brooke Shields
ESTAR VIVO É O CONTRÁRIO DE ESTAR MORTO. Lili Caneças
NÓS SOMOS HUMANOS COMO AS PESSOAS. Nuno Gomes, jogador do Benfica
INÁCIO FECHOU OS OLHOS E OLHOU PARA O CÉU ! Nuno Luz, comentador desportivo da SIC
O MEU CORAÇÃO SÓ TEM UMA COR: AZUL E BRANCO. João Pinto, ex-capitão do F.C.Porto
A CHINA É UM PAÍS MUITO GRANDE, HABITADO POR MUITOS CHINESES...Charles de Gaulle
LÁ VAI PANEIRA NO SEU ESTILO INCONFUNDÍVEL... (PAUSA) ...MAS NÃO, É VELOSO. Gabriel Alves, comentador desportivoJ
USKOWIAK TEM A VANTAGEM DE TER DUAS PERNAS! Gabriel Alves, comentador desportivo
É TRÁGICO! ESTÁ A ARDER UMA VASTA ÁREA DE PINHAL DE EUCALIPTOS. Jornalista da RTP
UM MORREU E O OUTRO ESTÁ MORTO. Manuela Moura Guedes
A NOVA TERAPIA TRAZ ESPERANÇAS A TODOS OS QUE MORREM DE CANCRO A CADA
ANO. Manuela Moura Guedes
ANTES DE APERTAR O PESCOÇO DA MULHER ATÉ À MORTE, O VELHO REFORMADO SUICIDOU-SE. João Cunha, testemunha do crime
QUATRO HECTARES DE TRIGO FORAM QUEIMADOS. EM PRINCÍPIO TRATA-SE DE INCÊNDIO. Lídia Moreno, Rádio Voz de Arganil
O ACIDENTE FOI NO TRISTEMENTE CÉLEBRE RECTÂNGULO DAS BERMUDAS. Paulo Aguiar,TV Globo
O ACIDENTE FEZ UM TOTAL DE UM MORTO E TRÊS DESAPARECIDOS. TEME-SE QUE NÃO HAJA VÍTIMAS. Juliana Faria, TV Globo
A POLÍCIA E A JUSTIÇA SÃO AS DUAS MÃOS DO MESMO BRAÇO. Bento Ferreira, juiz
OS ANTIGOS PRISIONEIROS TERÃO ASSIM A ALEGRIA DO REENCONTRO PARA REVIVER OS ANOS DE SOFRIMENTO. Maria do Céu Carmo, psiquiatra
À CHEGADA DA POLÍCIA, O CADÁVER ENCONTRAVA-SE RIGOROSAMENTE IMÓVEL. Ribeirode Jesus, PSP de Faro
A POLÍCIA ENCONTROU NO ESGOTO UM TRONCO QUE PROVÉM, SEGURAMENTE, DE UM CORPO CORTADO EM PEDAÇOS. E TUDO INDICA QUE ESTE TRONCO FAÇA PARTE DAS PERNAS ENCONTRADAS NA SEMANA PASSADA. Agente Paulo Castro, relações públicas da PJ
QUANDO O JOGO ESTÁ A MIL, MINHA NAFTALINA SOBE .
Jardel, ex-jogador doSporting
QUEREM FAZER DO BOAVISTA O BODE RESPIRATÓRIO. Jaime Pacheco, ex-treinador do Boavista
TENHO O MAIOR ORGULHO DE JOGAR NA TERRA ONDE CRISTO NASCEU. Djair, jogador do Belenenses ao chegar a Belém/Restelo, no dia que assinou contrato com este clube
FINALMENTE, A ÁGUA CORRENTE FOI INSTALADA NO CEMITÉRIO, PARA SATISFAÇÃO DOS HABITANTES. Presidente da Junta da Fregu
esia do Fundão

terça-feira, agosto 08, 2006

A desvergonha continua e nós a vermos, impávidos , mas revoltados



O ESCÂNCALO É A VERMELHO DO SANGUE DE QUEM TRABALHA


Assunto: Filhos...do mérito! (uma história que já vem detrás)


Despacho n,º 7288/2005 (2.ª série). - Nos termos e ao abrigo do disposto nos n.ºs 3 e 4 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º262/88, de 23 de Julho, nomeio, com efeitos a partir de 18 de Março, o licenciado Paulo Pinto de Carvalho Freitas do Amaral para desenvolver trabalho na área da juventude e do associativismo dos portugueses residentes no estrangeiro.
1 - A nomeação é feita pelo prazo da duração do meu mandato.
2 - Independentemente do disposto no número anterior, a presente nomeação é revogável a todo o tempo.
3 - Para a realização das respectivas tarefas, receberá o necessário apoio logístico por parte do Gabinete.
4 - O nomeado auferirá, com sujeição aos descontos legais, a remuneração mensal de € 2750, acrescida dos subsídios de refeição, férias e Natal.

18 de Março de 2005. - O Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas,
António Fernandes da Silva Braga.


António Fernandes da Silva Braga.

segunda-feira, julho 31, 2006

Com um sincero pedido de desculpas Ao ZENIT, pelo abuso da transcrição do seu texto, aqui vai ele, já que não resisti ao impulso de o retransmitir a quem por aqui passe:

Semeia e serás recompensado.
O Grão–Mestre Já Sampaio, aparelha, acolhedor, com rútila cruz de colar pendente, um novo aspirante a comendador, p’los altos feitos do nobre valente.
Guterres ovaciona com fervor, quando alguém perto diz, quase silente, que ultrapassam mil e cem os senhores que Jorge elevou a comendadores.
Ao medalhar o Nobel camarada, cedeu a Saramago, o Grão Colar da Ordem de Sant’iago e Espada, que só a reis e presidentes deve honrar.
Desobrigou-se bem de tal maçada dizendo que a lei teria que mudar.
E nesse dia, já cansado e ofegante, faixou dezenas de Ordens do Infante.
E chovem cruzes, oficiais, cavaleiros e Ordens de Cristo, Avis, Torre-e-Espada, p’ra militares, políticos, banqueiros, dos quais pouco se ouviu falar ou nada.
Agora, dos lusos são os primeiros, e ostentam na peitaça engalanada brilhantes símbolos de heróicos feitos, e são aclamados, saem satisfeitos.
Por serem mais as comendas que os feitos, negou João Soares tal distinção; Tengarrinha abdicou de iguais preitos, e Jorge Silva, ao outro Jorge, disse não, por estar banalizada nos efeitos tão elevada mercê da Nação.
Mas se crescerem assim os negadores, como viveremos sem comendadores? – É a vida! – diz Jorge – paciência!
Também Mário abusou de tais favores e ninguém negou a sua benevolência:
continuarei sempre a dar louvores enquanto estiver na presidência. E fá-lo-ei com todos os rigores.
É assim meu dever pôr na história os lusos eleitos p’la fama e glória.